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Revisão do veículo: O que checar para não ficar no meio do caminho

Revisão do veículo: O que checar para não ficar no meio do caminho

02 Fevereiro de 2018

A revisão periódica do veículo é essencial para rodar tranquilo na cidade e evitar imprevistos na estrada. Ela serve para antecipar eventuais problemas nos diferentes sistemas do carro, sendo uma forma de direção segura, assim como o respeito à sinalização e aos limites de velocidade.

Geralmente, a revisão deve ser feita a cada seis meses ou a cada 10 mil quilômetros, o que ocorrer primeiro. A medida vale também para os caminhões, que em alguns casos devem passar por check-up a cada 5 mil quilômetros.

E quais itens devem ser observados na manutenção preventiva?

Quando a revisão é feita na concessionária, há uma check-list de procedimentos que são testados. De modo geral, ela envolve todos os sistemas do veículo, entre os quais destacamos os mais importantes:

Motor – Considerado o coração de um veículo, é um dos itens mais caros e, por isso, merece atenção especial. Na manutenção, é verificado o vazamento de fluidos, como o óleo e o nível do líquido de arrefecimento, essencial para que o motor trabalhe na temperatura ideal e não superaqueça. Nos caminhões, a troca do filtro de ar do motor precisa ser antecipada se a área de trabalho for muito poluída por trânsito intenso, zona de mineração ou vias não pavimentadas. Já o filtro de óleo precisa ser substituído sempre que houver troca de óleo lubrificante do motor, para que não haja risco de contaminação do lubrificante novo e, por consequência, do motor.

Freios – Pastilhas, lonas, discos e fluido do sistema de freio devem ser conferidos na revisão para garantir o bom funcionamento desse importante sistema de segurança. Nos caminhões, uma revisão completa desse sistema deve ser realizada a cada 15 mil quilômetros. Não se esqueça também do freio de mão!

Pneus – Para evitar acidentes, é preciso ficar atento à vida útil dos pneus, que são o elo entre o veículo e o asfalto. Sulco com profundidade inferior a 1,6 mm já significa pneu careca, o qual deve ser substituído imediatamente. Já nos caminhões, os pneus precisam ser vistoriados ao fim de cada viagem, para verificar rasgos ou desgaste acentuado em algum ponto. Atenção também à calibragem, que deve seguir as recomendações do fabricante e levar em conta a carga transportada.

Transmissão – Para que o veículo se mova, é necessário transformar a energia do motor em potência para girar as rodas. E esse é o papel do sistema de transmissão, composto pela embreagem, caixa de câmbio, diferencial e semieixo. Olho nele!

Sistema elétrico – A cada seis meses, lembre-se de avaliar a bateria e as condições do alternador para garantir que o sistema elétrico do veículo esteja em dia. Nos caminhões, a inspeção deve buscar partes oxidadas ou corroídas, chicotes e peças plásticas ressecadas e encaixes com folga ou peças soltas. Testes de tensão e corrente também devem ser feitos periodicamente.

Além desses itens, é bom verificar se as famosas correias (do alternador, a dentada e a do ar-condicionado) estão ressecadas ou trincadas; fazer o alinhamento e o balanceamento das rodas; checar a suspensão; revisar as luzes de lanternas e faróis e os limpadores de para-brisa, fundamentais na época de chuvas.

Abastecimento – O combustível adulterado pode ser o maior inimigo de um caminhão. É que a qualidade do combustível afeta diretamente o funcionamento do motor e dos componentes adjacentes do caminhão. Isso ocorre por causa do aumento da pressão do sistema de injeção, que hoje em dia já lança o combustível atomizado no motor, ou seja, com as moléculas quebradas. Nesse sistema, se houver contaminação por água, por exemplo, que tem moléculas bem maiores, esta fará furos maiores no bico injetor, provocando vários problemas no funcionamento do motor.

Por isso, além de manter as revisões em dia, abasteça sempre num posto de confiança e verifique a procedência do combustível. Mesmo os postos chamados de bandeira branca são obrigados a informar na bomba a origem do combustível.

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